quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

quiz




Introdução

            Pretende-se mostrar todo o progresso necessário, desde a instalação de uma máquina virtual, a todo o software necessário, para a realização de um quizfaber, trabalho realizado no âmbito da disciplina de redes e comunicação.


I.      Instalação da Máquina Virtual e o restante software necessário

1.     Instalação da máquina virtual Windows 7 (VM Ware)

1º) Abrir o VM Ware Player 
Clicar no botão “+” e de seguida em New...


2º) Já com o cd do sistema operativo na drive, aguardar que o computador reconheça o mesmo e passar ao próximo passo, clicando em “Continue”.

                                                                                                                                          


3º) Neste passo, preenchem-se os campos com as respectivas informações (nome de utilizador, palavra-passe, ...).

4º)De seguida, se não usar uma chave de ativação do Windows ser-lhe-á  mostrado o seguinte erro, no qual basta selecionar a opção  “Continue without key”.



5º) Agora ser-lhe-á perguntado se pretende uma integração “mais junta” ou mais isolada, essa escolha depende de si, no meu caso eu usei o mais isolado, pois é apenas o que vou precisar.

6º) Agora basta escolher a pasta de destino, dos ficheiros da maquina virtual, e carregar em save.


7º) De seguida deve carregar-se em “costumize settings”, e selecionar a opção “Processors & Memory”.

8º) Nesta secção define a virtualização de hardware que a sua maquina virtual irá usar.


9º)E está finalizada a configuração, agora executamos a maquina virtual, e prosseguiremos à instalação do sistema operativo.

10º) Na instalação do sistema operativo, devemos selecionar  a versão de 32 Bits (x86), é o suficiente para o que é preciso.

11º) Por fim podemos verificar que temos a nossa máquina virtual funcional.

12º) Agora procederemos à instalação do “VMWare Tools”.



13º) De seguida ser-lhe-á mostrado uma notificação, onde deverá selecionar a opção “Install”.


14º) Ao aparecer  a Reprodução automática, clicar em “Executar setup.exe”.


15º) Fazer a instalação do mesmo.

2.     Instalação do Xampp.

Basta seguir os passos padrão da instalação.


 
Depois de terminada a Instalação do xampp, verifiquemos, se tudo ficou feito correctamente. Abrindo o browser e testanto o “http://localhost/” na barra de endereços, se for mostrado o ecrã que é visto na imagem abaixo é porque tudo ficou feito correctamente.

3.     Instalação do ActivePerl



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4.     Instalação do Quiz Faber


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5.     Instalação do AVG




II.   Configuração do Xampp.

No diretório da instalação do xampp, abrir a pasta intitulada de htdocs, e criar uma pasta com o seu nome, na mesma.Descrição: Macintosh HD:Users:RuiFilipeSilva:Google Drive:Work:12º Ano:Redes:1º Periodo:Print:Captura de ecrã 2012-11-22, às 02.45.53.png

Criar um documento .php, com o seguinte código, “<?php phpinfo(); ?>” e salvar na mesma pasta.
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De seguida abrir novamente o browser, e escrever na barra de endereços, “http://localhost/<nome da pasta>” e verificar se nos é mostrado a informação do Pho, que foi o que foi pedido no ficheiro criado anteriormente. Descrição: Macintosh HD:Users:RuiFilipeSilva:Google Drive:Work:12º Ano:Redes:1º Periodo:Print:Captura de ecrã 2012-11-22, às 03.02.11.png

III.Construção de um Quiz com o Quiz Faber.

1º -  Pergunta de resposta múltipla.

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2º - Pergunta de verdadeiro ou falso.

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3º - Pergunta de Resposta aberta.

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4º - Pergunta de Preenchimento de Campos.

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5º - Pergunta de Correspondências.

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IV. Configuração do Quiz.


No directório “C: \Programas\QuizFaber v2.12.2\cgi-bin\server-windows”, abrir os dois ficheiros, “QmakeCGI.pl e o QmakeCGIQuery.pl”, de seguida alterar as duas primeiras linhas com o código “#|C: \perl\bin\perl.exe$file_path=’c:/teste/’;
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Colocar as configurações como se vê na imagem abaixo.
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Activar o Xampp
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Por fim abrir o Browser e testar o seu quiz local.
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V.   Conclusão

Com a realização de este trabalho, obtive mais e melhor conhecimento à cerca dos softwares utilizados, tais como o Xampp, Perl e Quiz Faber.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Dicas para criar sites







Dicas para criação de sites de web


Para poder criar um site com um bom web design, é preciso seguir algumas regras, não só para tornar a página bonita e agradável, mas também para torná-la eficaz. Resumimos a seguir, as regras que consideramos essenciais:


1. SIMPLIFIQUE TUDO O QUE PUDER.
Evite páginas com muita informação, ou seja, páginas nas quais o utilizador precisa de um auto-carro para ir ter ao fim. Coloque somente o essencial, principalmente, se for a página inicial do site (home page).


2. DIVIDA OS TEXTOS LONGOS
Textos longos devem ser resumidos ao máximo ou divididos em várias páginas pequenas. De qualquer forma, sempre que possível evite textos longos.


3. USE IMAGENS
Sempre que possível, use imagens no lugar de textos. Ninguém tem paciência para leituras imensas.


4. EVITE O CYBER-PIROSO
Jamais use penduricalhos no site: músicas repetitivas de fundo, bolas e figuras a saltar ou em movimentos contínuos (GIF’s animadas) e todo o tipo de elemento “cyber-piroso”. Nem pense em usar um clipart de um disco “1000 cliparts para o WIndows”… nem pensar…
GIF’s animadas para criar animações em logos ou elementos da interface podem ser toleradas, se utilizadas de forma discreta.


5. JAVA
Elementos em JAVA devem ser evitados, pois tornam a página lenta e propícia a causar crash no sistema do utilizador. A única hipótese “aceitavel” de usar JAVA é se for relativo a algo muito leve com um propósito específico no seu site, que não seja o de entreter. Mesmo assim, se puder optar por outros métodos, opte. JAVA como elemento “cyber-piroso”, nem pensar!


6. SAIBA USAR FLASH
Saber usar FLASH é uma arte. Apesar de ser e permitir criar páginas interactivas e dinâmicas, o FLASH aplicado à criação de sites, dificulta a manutenção deste. Devido à natureza do FLASH, os sites ficam fechados em uma armadura inviolável, apenas compreendida pelo criador, como um software. Se o criador for demitido ou esquecer de que maneira desenvolveu o site, será um problema na hora da manutenção. Além disso o uso de Flash (assim como de JAVA) torna o site impermeável aos motores de busca, o que não o vai beneficiar na classificação e nas pesquisas. Por outras palavras, o seu site não será devidamente classificado pelos motores e não surgirá numa pesquisa, ou seja, ficará isolado sem visitantes.
A propria Macromedia (criadora do FLASH) não ousa fazer todo o seu site em Flash, optando por usar a tecnologia em pequenos elementos da interface, logos em movimento ou anúncios.




7. FAÇA PÁGINAS LEVES
Nenhuma página do site deve demorar uma eternidade a carregar, a não ser que seja uma página relativa a um elemento de grande tamanho solicitado pelo utilizador e mesmo assim, deve avisá-lo de que poderá demorar a carregar. Pense na página do Google (google.com) como modelo de eficiência. Esse site demora 1 segundo a carregar numa conexão de banda larga. As estatísticas mostram que uma página deve demorar no máximo de 15 a 30 segundos a carregar, sob pena de perder 50% dos utilizadores, que desistem de esperar pelo carregamento e precisam ser internados em clínicas anti-stress.
Uma vez visitamos um site de uma empresa em Portugal que tinha 1 megabyte em Flash (dois erros!). Não precisamos dizer que, obviamente, o site era horrível. Neste caso, fomos nós a ser internados numa clínica anti-choques psíquicos.


8. CONHEÇA O UTILIZADOR
O utilizador padrão utiliza MODEM a 33 Kbps (antigo MODEM da era do computador à lenha), tem o ecrã ajustado a 800 x 600 pixéis, usa o Windows (coitado!) e navega com o Internet Explorer (que Deus o tenha!). Logo, faça sites a pensar neste utilizador para agingir a grande maioria.


9. LIMITAÇÕES TÉCNICAS
Páginas de web possuem limitações técnicas. Nem tudo o que imaginar para o design de um site, poderá ser realizado em uma página para a web. Portanto, crie o design, tendo em mente estas limitações, tempo de carregamento, etc., para não ter de mutilar um site concebido porque este não se adaptou ao estilo da Web.
10. NÃO LIMITE O SEU SITE
Sites com Java, Flash ou que requeiram algum plugin exótico, não serão vistas correctamente em dispositivos não convencionais, como PDA’s, Televisão Interactiva, telemóveis, etc. Portanto, saiba como, onde, quando e porque, antes de decidir pela utilização de uma destas tecnologias.


11. CORES & FONTES
Ao criar uma página, utilize as cores para pontuar e destacar elementos. Não utilize as cores sem critério. Descubra até onde pode ir antes que seja preciso usar óculos de sol para visualizar o site.
Cuidado ao utilizar fontes estranhas no seu site. Se o utilizador não possuir o tipo de letra que utilizar, não visualizará o seu site correctamente. Se precisa usar uma fonte não tradicional em um elemento, crie esse elemento como imagem, no seu programa gráfico.
Outro erro comum hoje em dia, muito propagado como estilo, por algumas escolas de design, é o uso de trash design ou o design baseado em cores esdrúxulas e fontes microscópicas. A função primordial de um projecto de design é comunicar, ou seja, permitir que as pessoas consigam ver e ler os elementos desejados. Logo, letras vermelhas finas sobre fundos azuis, ambas as cores com a mesma luminosidade, não serão vistos.







  • Utilizar compressão para tornar a web mais rápida
    Compressão Gzip ajuda a reduzir o tempo necessário para o donwload das páginas
  • Capturar e analisar eventos do navegador usando Page Speed Activity
    Capturar e analisar eventos do navegador usando o Page Speed Activity. Page Speed (Velocidade da página) é um Firebug/Firefox add-on, para usá-lo, precisará instalar o Firefox, Firebug e Page Speed . .
  • Compactar o código Javascript com o Closure Compiler
    Aumentar a velocidade de donwload das páginas web compactando o seu código Javascript com o Closure Compiler.
  • Usar CSS. Usar cada declaração uma única vez
    Usando cada declaração CSS só uma vez é uma forma eficaz de reduzir o tamanho de folhas de estilo. Porque esta não é uma técnica de otimização trivial, você também precisará ajustar seu fluxo de trabalho.
  • HTTP cache
    as páginas web m carregar mais rápido em repetidas visitas ao mesmo site, se osa recursos (imagens, videos, texto) proveém de cache.
  • Cor dos sites A publicação de texto com baixo contraste é um erro de usabilidade grave bem conhecido, uma violação das recomendações elementares de acessibilidade para pessoas com deficiênciae pode levar à exclusão de um sítio web dos motores de busca por se confundir com web spam.
    Detalhando um pouco este último ponto. Existe um técnica de web spam que consiste em tentar enganar os motores de busca, incluindo palavras-chave ilegíveis para os humanos numa página, designadamente, escrevendo-as usando uma cor muito semelhante ou igual à cor de fundo da página. Por exemplo, um sítio contem pornografia mas coloca palavras-chave escritas a branco sobre fundo branco acerca de automóveis.


    Estas fraudes são altamente prejudiciais para o negócio dos motores de busca. Daí que estes investam fortemente em mecanismos de detecção de fraúdes e quando descobrem que estão a ser enganados, banem os prevaricadores dos resultados das pesquisas.


    A leitura de um texto num monitor é muito mais cansativa do que em papel. Ao ser reduzido o contraste do texto, a sua leitura torna-se ainda mais penosa. Os utilizadores da Web demoram em média apenas 2 segundos a decidirem se uma página lhes interessa. Se um utilizador não conseguir ler facilmente o texto de uma página para encontrar o que pretende, é muito provável que a abandone rapidamente e continue a sua procura noutro sítio.
    Note-se que mesmo para o ínfimo número de pessoas que ainda têm capacidades de visão perfeitas, os textos com baixo contraste tornam-se invisíveis quando incide um pouco de luz sobre o monitor de um portátil ou de um telemóvel.

    • A importância do design  de um website

    Não existe mal nenhum em contratar um artista para criar grafismos apelativos para incluir num novo site. O problema é quando se contrata apenas o artista e se espera que ele consiga tratar de todas as questões necessárias para criar um sítio web de qualidade.
    Don Norman no seu livro Emotional Design: People and Things apresenta os três níveis de impacto que o design das coisas tem sobre as pessoas: visceralcomportamental ereflexivo. Vamos analisá-los do ponto de vista do web design.

    Visceral

    É o nível mais imediato, trata-se da primeira reacção que uma pessoa tem ao chegar a um sítio web e é dominado pela aparência.
    É possível transmitir ideias e sentimentos através do grafismo. Por exemplo, formas redondas dão uma sensação de conforto enquanto que formas com arestas aguçadas podem dar uma sensação de perigo.
    No entanto, a maneira como o grafismo é interpretado pelos utilizadores é subjectiva e depende muito da sua psicologia e cultura. As cores são muito usadas nos grafismos para transmitir sensações.
    Na cultura ocidental o preto transmite normalmente sensações negativas como morte, funerais ou pessoas más mas na China é a cor adequada para os meninos. Considerando as múltiplas culturas existentes nas nossas sociedades e a natureza global da Web, pode-se concluir que é arriscado construir um sítio com preocupações apenas ao nível visceral.
    Os designers gráficos têm fortes competências ao nível visceral do design e o seu trabalho é fundamental para garantir que o seu sítio web não tem um aspecto que afugente os utilizadores assim que chegam.

    Comportamental

    Passada a fase visceral o utilizador pergunta-se agora: O que é este site e como é que funciona?
    Entra-se agora no nível comportamental, em que o utilizador analisa o funcionamento do sítio web e aprende a usá-lo.
    Caso o sítio web seja muito difícil de usar então apresenta problemas ao nível comportamental. Os especialistas em usabilidade actuam principalmente a este nível, para garantir que os utilizadores conseguem executar as tarefas pretendidas da forma mais eficiente possível.

    Reflexivo

    O nível reflexivo é baseado na ideia que o utilizador tem do sítio web. Considerando uma situação em que um utilizador vai comprar um produto pela primeira vez a um sítio, o nível reflexivo actua quando, antes do utilizador inserir o número do cartão de crédito se pergunta: Devo mesmo confiar neste site e pagar?
    O nível reflexivo tem muito a ver com a confiança no serviço e esta é influenciada por vários aspectos:
    • Pelo impacto visceral. O site poderá ter transmitido uma sensação desagradável ou de desconfiança ao utilizador;
    • Pelo impacto comportamental. Se o site foi muito difícil de usar, o utilizador poderá não ter vontade de lá voltar ou de recomendá-lo;
    • Pela imagem pré-concebida. O site de uma marca bem conhecida poderá inspirar mais confiança. Aqui entram principalmente os profissionais do marketing. Um estudo revelou que 36% dos utilizadores de motores de busca, relacionam a posição que um sítio web ocupa nos resultados das pesquisas com a proeminência no mercado da empresa respectiva. Assim sendo, a optimização para motores de busca, além de garantir que um sítio é encontrado e visitado, também contribui para a melhoria do impacto reflexivo.

    Conclusões

    É necessário ter em consideração os três níveis de impacto do web design porque podem-se perder utilizadores em qualquer um deles. A construção de sites de qualidade requer conhecimentos multidisciplinares.